Módulo DeRE do Tax360: controle do fechamento em regimes específicos (CBS/IBS)
O DeRE no Tax360 é um módulo SaaS corporativo pensado para empresas em escala que precisam transformar balancete, PGCC/de-para, codTrib e informações por contraparte em um fluxo único de geração, validação e transmissão, com rastreabilidade de período, retornos e recibos.
Ele se conecta ao seu ERP para capturar as entradas, aproveita os documentos fiscais já centralizados na plataforma e aplica validações antes do envio ao ambiente nacional de recepção via Web Service/API, reduzindo improviso e reforçando governança durante a transição da Reforma Tributária.
Disponível em breve.
Quem está obrigado a entregar a DeRE (e o que a lei enquadra como “regime específico”)
A DeRE foi publicada como obrigação acessória para regimes específicos previstos na Lei Complementar nº 214/2025, que estrutura IBS e CBS e define tratamentos setoriais com regras próprias de base, alíquotas e deduções, exigindo apuração e evidência compatíveis com o novo modelo.
Na documentação oficial desta primeira fase, estão obrigados:
- Prestadores de serviços financeiros
-
Operadoras de planos de assistência à saúde, incluindo:
- Planos funerários
- Planos de saúde animal (pets)
- Entidades que explorem concursos de prognósticos (loterias/apostas)
Exemplos práticos de “quem entrega” no dia a dia (quando enquadrado no regime aplicável):
Instituições e operações de serviços financeiros (bancos, seguradoras, previdência, consórcios, arranjos/serviços correlatos)
Operadoras e administradoras de planos de assistência à saúde (incluindo funerários e saúde animal)
Exploradores de concursos de prognósticos (loterias, apostas e modalidades enquadradas)
Por que a DeRE virou prioridade para empresas em escala
Porque, em regimes específicos, o risco não está só no “cálculo”: ele migra para governança de dados, consistência entre contabilidade e operação, e capacidade de provar a origem de cada número perto do fechamento, quando prazos encurtam e a tolerância a retrabalho cai.
Além disso, a Reforma Tributária acelera auditorias, revisões internas e pressão por evidências; sem um fluxo padronizado, a empresa tende a depender de planilhas, ajustes manuais e conhecimento tácito, o que aumenta exposição a erro, atraso e divergência entre áreas.
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Como o DeRE do Tax360 funciona (visão de workflow, sem virar manual)
O workflow começa pela extração controlada das entradas do ERP: balancete mensal, plano de contas, PGCC/de-para e codTrib por conta/movimento; isso cria base padronizada para aplicar regras do regime específico e reduzir discussões recorrentes sobre classificação a cada período.
Depois, o módulo consolida e cruza com DF-e já armazenados no Tax360 e, quando exigido, incorpora informações por contraparte para suportar validações, deduções, não cumulatividade e destino; por fim, gera os eventos em XML, valida e prepara a transmissão em lote por API, com retorno e recibos.
Pilares de valor do workflow no Tax360:
Centralização: entradas do ERP + DF-e no mesmo contexto de fechamento.
Declaração de Posicionamento
Validação antes do envio: inconsistências aparecem no seu controle, não no “apagar incêndio” pós-retorno.
Rastreabilidade: histórico por período, evidências e trilha para auditoria.
Integração segura: APIs e padrões modernos para reduzir fricção com TI.
DeRE e Reforma Tributária: o ponto de ruptura é governança de dados
A DeRE materializa a Reforma Tributária no operacional: ela exige que setores com regime específico sustentem apuração e evidência com padrão técnico, eventos, validações e retorno, o que torna governança e previsibilidade tão importantes quanto o entendimento da regra.
Por que cloud-native + SaaS + API importa para DeRE
Em DeRE, o "pico" de fechamento é real e recorrente; cloud-native e SaaS permitem elasticidade, paralelismo e evolução contínua sem a empresa depender de instalação local, janelas de manutenção ou rotinas manuais, mantendo o time focado em consistência e evidência.
APIs reduzem ruído entre Fiscal e TI, porque padronizam integração com ERP, automatizam captura e reprocessamento controlado e fortalecem auditoria do processo; na prática, isso diminui o custo de mudanças regulatórias e mantém o workflow sustentável conforme novas versões e regras saem.
Segurança e privacidade para operar obrigações em escala
A Tax360 mantém política formal de Segurança da Informação e Privacidade com foco em confidencialidade, integridade e disponibilidade, além de diretrizes para prevenção e tratamento de incidentes e continuidade do negócio, alinhada à LGPD (Lei nº 13.709/2018).
Em privacidade, há medidas como acesso apenas por pessoas autorizadas, compromisso de confidencialidade e armazenamento em ambiente seguro; também existem canais formais para direitos do titular e contato com encarregado (DPO), o que reduz atrito de governança quando o tema entra em auditoria.
Benefícios para Fiscal, Compliance e TI
Para Fiscal/Tributário, a prioridade é fechar com previsibilidade: menos planilhas, menos "correria" no fim do mês e mais controle sobre entradas (balancete, PGCC/de-para, codTrib e contraparte), com validação antes do envio e evidências organizadas por período.
Para Compliance, o ganho é rastreabilidade: trilha de decisões, histórico, recibos e retornos em um fluxo replicável, o que facilita auditoria interna/externa e reduz fragilidade quando a Reforma Tributária aumenta fiscalização e cobrança por evidências consistentes.
Para TI, o benefício é governança com menos carga operacional: integração por API, padrões modernos de autenticação (MFA (Multi-Factor Authentication) / SSO (Single Sign-On)) e desenho zero trust, além de arquitetura feita para high volume e failover; isso reduz dependência de infraestrutura local e simplifica manutenção.
Perguntas frequentes
A DeRE é "nota a nota" como DF-e?
Não. Em regimes específicos, a DeRE consolida visão contábil-fiscal do período e, quando exigido, traz detalhe por contraparte, com eventos em XML e transmissão por lotes.
Quem está obrigado a apresentar a DeRE nesta primeira fase?
Prestadores de serviços financeiros, operadoras de planos de assistência à saúde (incluindo funerários e saúde animal) e entidades que explorem concursos de prognósticos, conforme documentação oficial publicada.
Quais dados mínimos costumam ser necessários do ERP?
Balancete mensal, plano de contas, PGCC/de-para e codTrib; dependendo do regime, também dados por contraparte para validações e deduções.
Como a transmissão é feita?
Por Web Service/API, com eventos em XML enviados em lote e retorno/recibo, o que exige controle de protocolo, reprocessamento e armazenamento de evidências por período.
Qual é a base legal que estrutura os regimes específicos?
A Lei Complementar nº 214/2025 organiza IBS e CBS e prevê regimes específicos para setores com regras próprias, que passam a demandar obrigações e controles compatíveis.